O Mar!
Cercando prendendo as nossas Ilhas!
Deixando o esmalte do seu salitre nas faces dos pescadores,
roncando nas areias das nossas praias, batendo a sua voz de encontro aos montes,
… deixando nos olhos dos que ficaram a nostalgia resignada de países distantes …
… Este convite de toda a hora que o Mar nos faz para a evasão!
Este desespero de querer partir e ter que ficar! …
— Poema do Mar, Jorge Barbosa

Nossa doutrina é como num pequeno canteiro de flores e felicidade - Por José Cardoso Pires

Limpeza Psíquica
Nas nossas Casas, as nossas reuniões cívico espiritualistas assinalam uma data, quer seja, de Ascensão, Fundação da Filial, ou da Doutrina Racionalista Cristã.

Que bom! Que felicidade para os que aqui chegaram e foram esclarecidos!

Que felicidade para os que militam nesta Doutrina poderem ajudar o seu semelhante.

Esse é o dever de todos vós, seres encarnados. Mas descobri-lo, compreendê-lo e praticá-lo é um desconhecimento para muitos lá fora.

Limpeza Psíquica
E é por isso que durante estes anos, o trabalho, apesar de árduo, é gratificante, porque se consegue realizar o bem, porque se fortificam os corpos, como num pequeno canteiro de flores, de várias espécies, misturadas, mas onde a água falta e quando a rega surge elas se erguem, desabrocham e lançam perfumes como que a agradecer essa dádiva, essa gota de água que as alimentou.

Reencontro de Martinho de Mello Andrade com a Filial Bela Vista – Por Martinho de Mello Andrade

É uma felicidade enorme ter-me encontrado aqui presente convosco, vivendo estes momentos nesta Casa Racionalista Crista. Esta Casa muito amiga, bem como as outras Casas Racionalistas Cristas, e todos que estão aqui encarnados deverão fazer destas Casas a menina dos olhos.

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Meus amigos, como todos que aqui estão presentes nesta encarnação, eu também tive o privilégio de viver aqui neste plano. Aproveitei-me bem desta grande oportunidade fiz muitos amigos, inclusive dentro desta Casa Racionalista Crista. E como foi bom, estas pelas recordações vão ficar comigo para toda a eternidade.

Eu não fui um homem perfeito, tendo em conta que a perfeição neste mundo não existe. Mas sempre reconheci a minha essência e lutei para alcançar a minha perfeição; sempre obedeciam as recomendações deixadas pelos espíritos do Astral Superior nestas correntes fluídicas.

Eu soube cuidar da minha vida, mas devido às incertezas e as inseguranças neste mundo físico, um ser humano poderá acabando por deparar com surpresas existentes desagradáveis, que nem da para pensar. Mas o meu espirito partiu deste plano sem magoas, irradiado por amigos e rodeado por espíritos da Plêiade do Astral Superior.

O sonho do Brasil de Juquim de Nhá Bia de Rufino – Por Luiz Silva

O Brasil tornara-se uma paixão para Juquim de Nhá Bia de Rufino desde o dia em que desembarcou do palhabote Carvalho de Nhô Firrim no Porto Grande de São Vicente. Só de
ver os grandes barcos brasileiros e ouvir a música que saía por todos os cantos, era suficiente para atrair a curiosidade de uma criança vinda dos confins de Santo Antão. Com a idade de dez anos e na companhia dos pais, deixou a sua ribeira devido às secas e às injustiças agrárias, para irem enfrentar outra luta, mas mais digna, nas companhias inglesas do Porto Grande, onde havia melhores salários e os sindicatos defendiam o direito dos trabalhadores. Deixava assim o seu Santo Antão, onde os proprietários agrícolas tinham pactos com o diabo para mandar aquelas secas criminosas que obrigavam os pobres camponeses a venderem por tuta e meia os seus nacos de terra. Com o tempo, tornara-se num menino de São Vicente, como outros das ilhas, por amor à ilha que os acolheu, integrando-se em todas as atividades da sociedade, voltando raramente à ilha de origem. Frequentou a escola de Nhô Jom Miranda, fez-se torneiro-mecânico na Oficina da Pontinha, sob a direção do mestre Teodoro Gomes (mais conhecido por Qunque) e chegou a frequentar a banda musical regida pelo professor José Reis, onde aprendeu a tocar vários instrumentos de sopro. Tinha todas as características de um verdadeiro mindelense. Aliás, ser mindelense não quer dizer ter-se nascido em São Vicente, mas sim pela maneira como se vive na sociedade.

Fez o serviço militar no Morro Branco, em frente ao Monte Cara, onde sentiu na pele o racismo dos militares portugueses, tendo incitado os soldados cabo-verdianos a participarem num levantamento de rancho, negando comer aquela cachupa mal cuchida, enquanto que os portugueses comiam do Restaurante Chave d’Ouro.

Mundos de escolaridade possuem dezessete classes espirituais - Por Luiz de Mattos

Dezessete Classes 

Os espíritos que fazem a sua evolução neste planeta pertencem às primeiras dezessete classes, de uma série de trinta e três.

Essas classes e essas séries são aqui mencionadas apenas — tal a importância da matéria — para facilitar a compreensão do leitor.

Acima da classe décima-sétima, só eventualmente um ou outro espírito encarna neste mundo, não por exigência da sua evolução, mas para auxiliar a humanidade a levantar-se espiritualmente, numa bela e espontânea manifestação de abnegação e desprendimento.

Milhões de outros, de igual categoria, embora não encarnando, se dedicam (principalmente por intermédio das Casas Racionalistas Cristãs) a auxiliar astralmente o progresso dos seus semelhantes menos evoluídos, encarnados neste planeta.

A vida requer convicção nas Forças Superiores – Por Margarida Vieira

Quanta inquietação, quanta angústia, quanto desespero vai por esse mundo afora caros irmãos! Que esse tipo de comportamento seja verificado em seres que não têm esclarecimento espiritual, de certo modo é até compreensível, mas, quando seres que se dizem esclarecidos espiritualmente têm esse tipo de comportamento, isso só demonstra que, essa pessoa ou essas pessoas ainda não são verdadeiramente esclarecidas, e ainda não têm aquela convicção necessária na Plêiade do Astral Superior, e nem confiam em si próprias e na sua capacidade atrativa!

CLIQUE para ouvir a Limpeza Psíquica
Nunca a serenidade fez tanta falta como nos tempos atuais, mas, caros irmãos, como aqui foi dito e muito bem, a adversidade faz parte da vida terrena e, o espírito quando encarna neste mundo, é para Lutar pela sua Evolução e sair Vencedor. NINGUÉM VEIO A ESTE MUNDO TERRA A PASSEIO!

Os quatro elementos – Por Joaquim Saial

No recente lançamento do livro “Poemas para a hora de ponta”,



Nosso poeta Joaquim Saial, nos brindou uma interessante e observadora trova, onde numa pachorrenta madrugada, narrou a natureza em movimento;

"Poema inédito"

Os quatro elementos

Era ainda noite cerrada,
quando o poeta se levantou.
Urinou,
descarregou o autoclismo,
lavou as mãos,
bebeu água
e, através da janela,
viu a chuva
e o rio que ela engrossava.

O vento soprava ameaçador,
fazendo estalar o arvoredo
e a roupa esquecida nos estendais.
Abanava telhas,
águas-furtadas,
para-raios
e cataventos
e fazia remoinhos de folhas no ar.

Para aplacar a insónia,
o poeta colocou um tronco na lareira,
acendeu-a e acendeu nela um cigarro,
antes de ver uma reportagem na tv
sobre os incêndios desse verão.

Já raiava a manhã,
quando a tempestade amainou
e ele saiu para a horta,
para sentir o cheiro da terra molhada
e ver como o barro descido da encosta
lhe melhorara a propriedade,
tapando covas que antes tinha.

O sono voltou ao poeta.

Mas antes de adormecer de novo,
decidiu ali mesmo que o último poema
do livro que estava a acabar
se intitularia "Os quatro elementos",
banda visual da sua insónia.

A morna* e a emigração – Por Luiz Silva

A universalidade da morna está intimamente ligada à pluralidade dos seus temas e a dinâmica dos seus emigrantes no quadro dum convívio direto com outras culturas. Um grande número de mornas, escutadas religiosamente na diáspora, surgiu nas comunidades emigrantes.

Dança-se a morna crioula com passos lentos, numa paixão sonhadora, mas também com requebros das influências do tango e do samba e do jazz nas colônias crioulas nos Estados Unidos. Os arranjos musicais da morna refletem também essas influências: para um estudo profundo da morna, seria bom recorrer à tradição oral, ouvir as comunidades ou ainda seguir o modelo africano que se recorre aos «gritos» para escrever a própria história.

A morna e a emigração fizeram sempre juntas o mesmo percurso. Viajaram nos barcos baleeiros, nos porões dos barcos de passagem pelo Porto Grande ou no fundo dos porões a caminho de São Tomé e Príncipe e nos anos sessenta sonharam juntos ao abrir o caminho marítimo para Holanda, que libertou Cabo Verde das fomes cíclicas, que transformou social e culturalmente a sociedade, investindo na economia e na educação dos filhos e familiares, mas sempre com a esperança de voltar, criando condições para o pós-independência.

Ignorar a relação entre a morna e a emigração reduz a sua universalidade. O encontro da morna com o jazz, o tango e o samba foi benéfico. O próprio B. Leza dizia que o samba também é nosso: antes de chegar ao Brasil, parou aqui. Temos excelentes intérpretes do samba como Djosinha, Titina, Jorge Sousa, mas também grandes artistas do jazz como o saxofonista Joe Gonçalves ou ainda Horace Silver que tem continuidade musical em Carmen Sousa que continua a interpretar as suas obras, também há a cantora da família saonicolense Vicky Vieira entre outros, do mesmo modo vale lembrar, que temos mornas na Argentina com o balanço do tango.

A partir dos anos sessenta foi na Holanda que músicos e compositores de mornas como Frank Cavaquim, Luiz Morais, Morgadinho, Manuel d’Novas fizeram a sua evolução musical. Tanto Frank Cavaquinho como Manuel de Novas do contato com outras civilizações e culturas deu um novo engajamento à morna e a coladera.

Não se pode ignorar ainda a presença inglesa em São Vicente com uma elite muito culta tanto ao nível do desporto como das artes. Os ingleses fizeram uma colonização diferente dos portugueses: mandaram para as colônias pessoas de alta formação para justificar o direito a impor os seus valores culturais e civilizacionais. Para Rudyard Kipling, grande poeta anglófono, o dever da colonização é de levar aos outros os valores culturais que possuem o que não aconteceu com a colonização portuguesa. Os ingleses até possuíam o seu próprio cinema no Telegrafo e onde trabalhavam alguns músicos como Djack do Carmo, autor da musica Flor Formosa, gravadas pelo conjunto Voz de Cabo Verde ou ainda por Travadinha e que tem percorrido o mundo.

A existência de dois cinemas em Mindelo, a começar pelo Éden Park criado em 1922 e pertencente à família Marques da Silva e o cinema Park Mira Mar, a partir dos anos cinquenta, deram uma contribuição importante à cultura musical cabo-verdiana e acima de tudo mindelense. O cinema Éden Park esteve sempre disponível para outras atividades culturais e desportivas como saraus, concertos, teatro, boxe e outras atividades. Os filhos do Senhor César Marques, recentemente condecorado postumamente pelo Presidente da Republica, Jorge Fonseca (Lulu Marques, Djosa Marques e Tony Marques) se revelaram excelentes músicos. Fundaram o conjunto Ritmos Cabo-verdianos, associando Chico Serra, que mais tarde é recuperado pela Voz de Cabo Verde, Humbertona, Djack de Feliça e o vocalista Longino, tendo mesmo gravado um disco de 45 tours em Portugal e organizado algumas tournées pela Guiné-Bissau, Senegal e Portugal.

Programa de Comemoração do Trigésimo Quinto Aniversário do Centro Redentor de Cabo Verde do Racionalismo Cristão

Programa de Comemoração do Trigésimo Quinto Aniversário do Centro Redentor de Cabo Verde do Racionalismo Cristão


Dia 18.01.20 – Sábado - Ciclo de Palestras

16:00   16:30   Suicídio  à  Luz  da  Psicologia  -  Denise  Lima
(Psicóloga - Delegacia de Saúde). 
16:35   17:05  -  Suicídio  à  Luz  da  Espiritualidade   Herculano
Cruz (Presidente da Filial ilha de São Nicolau).
17:05 – 18:00 - Perguntas e Comentários.
Moderador – Alcides João Ramos (Diretor, Secretário, da Filial Avenida de Holanda).

Dia 20.01.20 - Segunda-Feira

10:00 – Inauguração das obras da ampliação do “Centro”;
10:30 – Homenagens;
20:00 – Reunião Cívica Espiritualista.

Dia 25.01.20 – Sábado - Ciclo de palestras

16:00 – 16:30 - A mulher e os valores: sócios familiares e sua relação com os valores na filosofia Racionalista Cristã – Marina Ramos
(Professora Universitária). 
16:35   17:10  -  Vida  e  Obra  de  Amílcar  Lopes  Cabral  – Comandante Pedro  Pires  (EX – Presidente  da  República  de  Cabo Verde).
17:10 – 18:00 - Perguntas e Comentários.
Moderador – Pedro Rodrigues (Presidente, da Filial Chã de Alecrim).
avenidadeholanda@racionalismocristao.org

A resposta que todos buscam! - Era desejo de meu pai... - Por Maria Luíza Cottas de Jesus

Era desejo de meu pai ter tudo narrado com seriedade. Infelizmente, faleceu sem alcançar tal objetivo.” Maria Luíza Cottas de Jesus

Assim respondeu a Senhora Maria Luíza Cottas de Jesus, neta de Luiz de Mattos, ao trocar correspondência com um estudioso Cabo-verdiano. Onde manifestou o desejo de seu pai Senhor Antônio Cottas de esclarecer o real início do espiritualismo que se iniciou na Cidade de Santos, batizada inicialmente de  Centro Amor e Caridade;


"Confirmo o que citei no “A Razão” de Junho de 1982, sob o título “Cartas que trazem Mensagens”, baseando-me no que me foi contado por Otelia de Mattos, sobrinha de Luiz de Mattos, portanto prima-irmã de minha mãe.


No que me foi contado, o Presidente do Centro Amor e Caridade, chamava-se Carlos Burgos.


... Era desejo de meu Pai ter tudo narrado com seriedade. Infelizmente, faleceu sem alcançar tal objetivo.


A sobrinha de Luiz de Mattos disse-me que quem estava à frente do “Amor e Caridade”, na ocasião da visita de Luiz de Mattos chamava-se Carlos Burgos, (Augusto M. Burgos) Senhor Cabo-verdiano.

Na esfera espiritual não há pais nem filhos - Por Luiz de Mattos

Os grandes espíritos que vieram a este mundo para auxiliar o progresso da humanidade fizeram-no movidos pela ação consciente do dever. Nunca para atender à vontade de quem quer que seja, e, muito menos, de um suposto ente protetor.

Na esfera espiritual não há pais nem filhos. O que existe, em verdade, é enorme comunhão de espíritos numa graduação evolutiva, em que todos, sem exceção, têm origem comum: a Força Criadora ou Inteligência Universal.

Nos mundos dispersos pelo espaço, encontram-se, usando-se de reduzidos números para facilitar a compreensão humana, milhões e milhões de espíritos em cada plano de evolução.

Aqui mesmo na Terra têm encarnado, embora raramente, espíritos de evolução superior ao meio, para auxiliar a humanidade a progredir, sendo que inúmeros outros, do mesmo grau de evolução, desenvolvem atividades espirituais em outras regiões do Universo.

Mindelo – Ilha de São Vicente – Onde a paz e a alegria vivem juntas

São Vicente (em crioulo: Sanvicente ou Soncente) é a segunda ilha mais populosa de Cabo Verde, localizada no grupo do Barlavento, a noroeste do arquipélago.
O canal de São Vicente separa-a da vizinha ilha de Santo Antão. O Aeroporto Internacional Cesária Évora localiza-se a sul da cidade do Mindelo, o principal centro urbano da ilha e segunda maior cidade do país, onde se concentra grande parte da população da ilha que no seu todo conta com 74.136 habitantes. Mindelo é frequentemente considerada informalmente a capital cultural de Cabo Verde.

São Vicente tem muitos pratos típicos, muitos deles tendo o marisco por base. Para além da célebre "cachupa", pontificam o "arroz de cabidela de marisco à Dadal" e o "guisado de percebes".

Cabo-verdianos difundem o Racionalismo Cristão em outros países

Cabo-verdianos ao migrarem de seu país, carregam consigo os princípios esclarecedores do Racionalismo Cristão, e tem a satisfação de os difundirem espontaneamente sem qualquer custo para quem quer que seja. Nesta publicação temos um emocionante testemunho de amor.

Minha história de amor pela Doutrina Racionalista Cristã
Por Antão José Lopes da Luz

Casas Racionalistas Cristãs
espalhadas pelo mundo
Vivi em Cabo Verde até maio de 1999.

Como já é do conhecimento de alguns amigos e companheiros, a minha mulher e eu fomos ativos participantes na fundação da Filial Santiago, em maio de 1978 e, anos depois, do Correspondente Achada de Santo António, em devido tempos elevado a Filial.

Já em Portugal, por ter continuado a trabalhar na Baixa da Capital Portuguesa, logo que possível, tornei-me militante da Filial Lisboa. Mas a minha mulher já com alguma dificuldade em se deslocar, percebeu que não poderia, com assiduidade, participar dos trabalhos dessa Casa Racionalista Cristã.

Ela sempre me disse, desde Cabo Verde, que vinha tendo intuições de que deveríamos abrir um núcleo de amigos da Doutrina na localidade que escolhemos para habitar – Miratejo, na margem sul do Tejo.

Confesso que levei algum tempo para aderir à ideia, pois não conhecia ninguém nesta zona e, por isso, o sonho poderia levar algum tempo a tornar-se realidade.

Morreu em São Vicente, o escritor Martinho de Mello Andrade, autor de 11 livros


Aos 83 anos de idade, desencarnou o escritor Martinho de Mello Andrade, na cidade de Mindelo, na Ilha de São Vicente, na madrugada do dia 03 de julho de 2018, nasceu da Ilha de São Nicolau, em 12 de novembro de 1933, filho de André Miguel Andrade e de Isabel Nobre de Mello.

Um homem que se expressava de forma abalizadora, cordial e extremamente fiel ao expor suas opiniões e conceitos sobre a Filosofia Espiritualizadora que abraçou deste jovenzinho.

Reconhece-se que Luiz de Mattos dotado de uma probidade a toda a prova, e de uma inteligência luminífera, através de pesquisas e investigações chegou, ao codificá-la, ao pináculo da perfeição espiritualista, porque soube fazer do estudo desta doutrina um recreio agradável, unindo o útil ao agradável como sói-se dizer, deleitando e ao mesmo tempo instruindo e esclarecendo espiritualmente os seres humanos. (...)” Nosso Livro de Racionalismo Cristão

Foi um dos incansáveis buscadores da verdade sobre a vida do Senhor Augusto Messias de Burgos, que sem as suas memórias, pesquisas, análises e palestras, principalmente o seu incentivo, muito pouco saberíamos sobre a obra de nosso
herói Senhor Augusto Messias de Burgos, que neste ano de 2018, o destacamos como o ano de Augusto Messias de Burgos, que se vivo fosse estaria completando 150 anos de existência.

O espírito do nosso herói Augusto Messias de Burgos, de lá das luminosidades eternas continua a espargir sobre a humanidade os seus fluídos amigos, benéficos e curadores. O espírito não tem pátria, é universal, mas cabe-nos reserva-lo uma página em letras de ouro por tudo quanto fez por Cabo Verde, mitigando a fome aos famintos e esclarecendo-lhes sobre a luz do Racionalismo Cristão, codificado pelo espírito de Luiz de Mattos que como eleito do astral superior veio iluminar o mundo.” Martinho de Mello Andrade

Dentre várias pesquisas, análises e artigos do Senhor Martinho de Mello Andrade sobre o Senhor Burgos destacamos:

=> Maninho de Burgos, Henrique Morazzo e Cônego Teixeira – Foram os precursores do Racionalismo Cristão em Cabo Verde.

=> Augusto Messias de Burgos - Sua vida e sua família, e,
para adquirir este histórico
livro, escreva para
marmellande@hotmail.com
com Sr. Luiz Alves

=> Duas pinceladas sobre a vida de Augusto Messias de Burgos.

O meu avô sempre fez os livros com a intenção de divulgar e expandir a doutrina Racionalista Cristã.” Luís Alves

Também é autor de 11 obras, já publicou algumas obras entre elas, romances, contos e livros sobre o Racionalismo Cristão, podemos citar: Nosso Livro de Racionalismo Cristão, Introdução do Racionalismo Cristão às Crianças, Escolas Racionalistas Cristãs, Drama de uma Família Cabo-verdiana, Queda do Artigo Quarto, Embaixatriz, Ilha de São Nicolau - Memórias, Pão do Espírito, Aurora Espiritual, A Chave do Cadáver e Porque Sou Racionalista Cristão.

Visita do Presidente do Racionalismo em Cabo Verde – Agosto de 2018

A obra de Vieira
continuará
Todos estão convidados a participarem de uma história de amor dedicada à humanidade iniciada em 1911 na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde, uma história de abnegados que continuam trabalhando arduamente para que os princípios filosóficos codificados por Luiz de Mattos, pudessem chegar até os dias atuais, e nesta terceira semana de Agosto de 2018, o Presidente físico Senhor Gilberto Silva, numa extensa agenda de novos eventos, os elos e propósitos idealizados pelo Padre Antônio Vieira se fortificarão, e se elevarão ainda mais, dessa forma estendemos o convite aos amigos e estudiosos da Filosofia Espiritualista do Racionalismo Cristão para acompanharem o cerimonial da visita, nas Ilhas de Barlavento.

Dia 13 de Agosto – Segunda-feira

– 10h40min – Chegada ao Aeroporto internacional Cesária Évora
– 20h – Reunião Pública na Filial Ilha de São Vicente

Dia 14 de Agosto – Terça-feira

RIBEIRA DE CRAQUINHA – Espaço de Protagonismo Juvenil da Ribeira de Craquinha
– 15h30min às 16h45min – Palestra: Tema – “O Conceito Limat na Expansão do Racionalismo Cristão”, por Manuel da Conceição Ramos
 20h – Reunião Pública

Dia 15 de Agosto – Quarta-feira

2018 – ANO DE AUGUSTO MESSIAS DE BURGOS

Propriamente neste 12 de julho de 2018, pela passagem de seu singular sesquicentenário, dedicamos ao espírito do Senhor Augusto Messias de Burgos, o nosso mais singelo respeito e homenagem por seu contributo a humanidade através de nossas irradiações de bem querer!

Grande Foco! Vida do Universo!
Aqui estamos a irradiar pensamentos às Forças Superiores para que a luz se faça em nosso espírito, e tenhamos consciência de nossos erros, a fim de evitá-los e nos fortalecer para praticar o bem.

“AD PERPETUAM REI MEMORIAN”
Visite Memorial Augusto Messias de Burgos
NOSSA HOMENAGEM DE GRATIDÃO
AO CABO-VERDIANO
AUGUSTO MESSIAS DE BURGOS
POR OCASIÃO DE SEUS 150 ANOS
NOSSA LEMBRANÇA
POR SUA PROFÍCUA PASSAGEM
PELAS NOSSAS ILHAS EM 1911
1868 – 2018

O caminhar de Augusto Messias de Burgos

- I -

No éter, Vieira escreveu a ação,
Augusto iniciou sua nova ação,
Cabo Verde a sua nova nação,
Partiu de Mindelo, para sua ação,
Agora em Santos, foi o elo da união,
Vieira, Thomaz e Mattos, elos da missão,
Podia mais, lhe deram muito mais ação,
Missão de um Messias, excelsa missão.


De Vieira recebeu confiança na missão,
De Mattos a corrente fluídica em ação,
De Thomaz apoio à fome dizer não,
Só um ser fiel autêntico e decente,
Poderia levar a cabo tal presente,
Uma missão de autêntica elevação,
Augusto, sua presença fez a diferença,
Ao levar alimentos aos famintos da nação,
Gerou luzes à nova nação.